O Corretor de Imóveis tem Direito a Comissão, Mesmo que o Negócio Não se Conclua
O tema é polêmico mas calma eu explico, o nosso conselho o creci tem uma opinião sobre o assunto, e essa opinião se resume no seguinte, quanto o comprador procura uma imobiliária ou corretor de imóveis credenciado, afim de comprar um imóvel ele procurou pois não tem acesso a informação previlegiada ou seja ele não tinha conhecimento do imóvel que esta disponível a venda, e neste ato se utilizou da assessoria especializada do corretor de imóveis para localizar o imóvel o proprietário e fazer a oferta, com o perdão da expressão comprador que procura o proprietário direto é mau caráter, e deve ser processado pois está prejudicando o ganha pão da categoria, igualmente deve se proceder com o proprietário que ceder ao golpista, e aqui vai um puxão de orelha na categoria, devemos ser unidos e denunciar este tipo de atitude aos fóruns, pois a tempo estamos sendo lesados e só ouço os colegas a dizer fui enganado, tome um chapéu e coisa e tal, não adianta chorar o leite derramado o certo é procurar os nossos direitos, deixo claro que me refiro só aos maus compradores e maus proprietários, deixo de fora dessa situação a maioria de compradores e vendedores que sempre me prestigiou, com muitos negócios e respeito.
Compradores que Enganam os Corretores de Imóveis
o que tem acontecido na prática é o seguinte alguns compradores sem escrúpulos, após se utilizarem de toda a informação previlegiada e assessoria técnica documental dos corretores, dizem que não se interessam por aquele imóvel, e alguns dias depois voltam para fechar negócio diretamente com o proprietário, descartando todo o serviço já prestado, nesse caso o corretor de imóveis tem direito a comissão, pois o comprador se utilizou do serviço do mesmo para ter acesso a dita informação previlegiada, sou fã do chavão quem não quer negócio com imobiliária que não a procure, acompanhe abaixo o parecer da diretoria do creci – conselho regional dos corretores de imóveis :
“Honorários do corretor independem da conclusão do negócio”
Esse é o entendimento da Diretoria do CRECI SP, que vai ao encontro de várias decisões judiciais dando ganho de causa aos corretores de imóveis.
Para o presidente da entidade, José Augusto Viana Neto, a partir do momento em que o profissional aproxima as partes, efetivamente, já está exercendo seu papel na transação, sendo-lhe devida, portanto, a comissão referente.
“Os corretores, assim como quaisquer outros trabalhadores, desempenham suas funções com responsabilidade, tendo, portanto, direito à remuneração. Não podemos aceitar que, após a sua decisiva assessoria, esses profissionais sejam aviltados em sua rotina de trabalho, por vendedores ou compradores que lançam mão das informações que lhes foram passadas para fechar o negócio direto.”
Viana comentou que já houve julgamento favorável à categoria por parte da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça. Na mencionada ação, o corretor alegava ter direito a 10% do valor da compra do imóvel a título de comissão por intermediação de sua venda. Em primeira instância, os juízes reduziram a comissão a 1% do total do negócio e, após apelação, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul aumentou o percentual para 6%, considerando que, mesmo tendo havido demora no fechamento da transação, esta não fora de responsabilidade do intermediador, que participara efetivamente da negociação.
“Quando nos deparamos com entendimentos como esse por parte da Justiça, ficamos bastante satisfeitos, pois eles são o devido reconhecimento à categoria por sua importante atuação no mercado imobiliário”, ressaltou o presidente.
Fonte : Marketing e Publicidade Imobiliária
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Você Tem Um Imóvel Bacana Para Vender... ???
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Preço de imóvel usado têm 2ª queda consecutiva.
Casa de dois dormitórios em Franca, no interior de SP, tem o metro quadrado mais barato do Estado.
Os preços dos imóveis residenciais usados tiveram a segunda queda consecutiva no Estado de São Paulo. A redução de 4,84% em junho superou a de 3,8% registrada em maio pelo índice estadual de preços de imóveis usados residenciais (IEPI-UR), calculado pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). Mesmo com os preços em baixa, as vendas foram 9,35% menores na comparação com o mês anterior.
"O mercado imobiliário, historicamente, alterna ciclos de altas de baixas de vendas e de preços, o chamado 'efeito gangorra', e nem sempre essas duas pontas, vendas e preços, caminham de forma sincronizada", avalia José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho. No curto prazo, as oscilações mensais do mercado nem sempre permitem ter clareza sobre as tendências futuras, mas, segundo ele, “no médio e longo prazos, não se tem nenhuma dúvida, ao contrário, se tem certeza que imóvel é bom negócio, com valorização garantida, em um País que arrasta um déficit de mais de seis milhões de moradias".
Nas quatro regiões do Estado que compõe a pesquisa, a maior queda nas vendas ocorreu na Capital (-31%). Nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco, a redução no volume de negócios foi de 5,17% e no interior do Estado, de 4,98%. As cidades do Litoral foram a exceção à regra, com aumento de 4,5% nas vendas.
Franca, no interior do Estado, tem o m2 mais barato
O imóvel de menor preço encontrado pela pesquisa em junho no Estado de São Paulo foi uma casa de 2 dormitórios localizada em bairro da periferia de Franca, vendida a R$ 622,22 o metro quadrado. O maior valor de metro quadrado - R$ 5.672,79 - foi de um apartamento de 3 dormitórios, mas em bairro nobre de Santos, no Litoral Central de SP.
Financiamento viabiliza maioria das vendas
Em junho, venderam-se mais casas (55,42% do total) do que apartamentos (44,58%), a maioria por meio de financiamento bancário. Essa foi a forma adotada em 55,48% dos contratos fechados na Capital; em 52,65% no interior; em 54,77% no litoral; e em 65,63% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.
Os imóveis mais vendidos na Capital foram os de valor superior a R$200 mil, com 66,67% dos contratos formalizados nas imobiliárias. A faixa de valor de até R$180 mil concentrou 55,96% das vendas no interior e 52,99% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. No litoral, casas e apartamentos de até R$160 mil responderam por 55,25% das vendas.
Fonte Imovelweb
Imagem é fundamental na comercialização de imóveis
Aprenda a utilizar a câmera fotográfica a seu favor com o curso “Fotografia para Profissionais Imobiliários”.
A internet vem se popularizando cada vez mais como aliada dos consumidores que buscam imóveis. Dados do Ibope mostram que, na Capital, 49% da população usa a internet para achar a moradia, contra 44% que procuram oportunidades em anúncios classificados de jornais.
Corretores e demais profissionais do mercado imobiliário devem aproveitar esse novo comportamento a favor dos negócios. Afinal, além de informações técnicas, os consumidores fazem questão de visualizar o produto que estão comprando.
“As fotos devem ser reais e muito bonitas. O objetivo é seduzir os consumidores, mas nunca enganá-los. Para conseguir esse resultado é preciso ter técnica e treinar o olhar”, explica Guilherme Ribeiro, diretor do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e instrutor do curso Fotografia para Profissionais Imobiliários, promovido pela Universidade Secovi
Serviço
Evento: Fotografia para Profissionais Imobiliários
Data: De 29 de agosto até 26 de setembro
Horário: Às segundas-feiras, das 19h às 22h
Local:Universidade Secovi: Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2.344 - São Paulo/SP
Contato:(11) 5591-1303 a 1308 ; universidade@secovi.com.br
sábado, 20 de agosto de 2011
Telefones Novos...
Prezados Clientes , Amigos , Colegas e Seguidores...
Tivemos um problema com nosso telefone celular...
Mais queremos passar outros telefones para contato:
013 9797 5522
013 3022 0057
Grato pela compreensão.
Master Imóveis
Antonio Souza.
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Master Imóveis
Antonio Souza.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
SP: preço de imóveis sobe 79% em 3 anos
Fonte Destak/SP
Fipe e portal Zap lançam índice inédito que mede valorização real com base em anúncio
O preço dos imóveis anunciados na cidade de São Paulo subiu 79% nos últimos três anos. No Rio, a variação no mesmo período foi ainda maior: de 95%.
Os números fazem parte de um índice inédito de preços de imóveis residenciais que segue a evolução do mercado em seis capitais e no Distrito Federal. Esse índice foi lançado ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal Zap Imóveis.
O índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados se baseia no banco de anúncios do Zap, com cerca de 200 mil registros mensais.
Os imóveis de um e dois dormitórios em São Paulo foram os que mais se valorizaram em três anos: 88%. Os de quatro dormitórios foram os que menos subiram (56%).
Nos últimos 12 meses, os apartamentos na capital tiveram alta de 24%.
André Molinari, diretor-geral do Zap, aponta alguns fatores para a valorização: as políticas públicas de habitação e financiamento, leis de proteção ao mercado (como a nova Lei do Inquilinato), a queda na taxa de juros e a alta da renda dos brasileiros.
O novo indicador mostra que, em janeiro, os imóveis residenciais na cidade ficaram, em média, 1,7% mais caros que em dezembro. O desempenho é menor que no mês anterior, quando a valorização foi de 2,1%. Apesar da desaceleração, ainda não é possível falar em tendência de queda, segundo o coordenador do levantamento, Eduardo Zylberstajn.
Na média, o metro quadrado mais caro do país é o do DF (R$ 7.004), seguido por Rio (R$ 5.655) e São Paulo (R$ 4.858).
Na capital paulista, o metro quadrado mais caro é o da região das mansões do Morumbi: R$ 7.592.
Lançamentos na cidade crescem 18%
Em 2010, o número de lançamentos de imóveis novos na Região Metropolitana de São Paulo deu um salto de 18% ante 2009. Apesar desse aumento, as vendas ficaram estáveis.
Segundo balanço do Secovi-SP (Sindicato de Habitação), a cidade ganhou 37.304 novas unidades no ano passado. No período, foram vendidos 35.869 imóveis, número praticamente igual ao volume escoado em 2009, de 35.832 imóveis. Vale lembrar que, em 2009, o país sofria com os efeitos da crise financeira global.
Segundo o Secovi, 2010 consolidou a tendência de migração dos investimentos imobiliários da capital para cidades da região metropolitana
O preço dos imóveis anunciados na cidade de São Paulo subiu 79% nos últimos três anos. No Rio, a variação no mesmo período foi ainda maior: de 95%.
Os números fazem parte de um índice inédito de preços de imóveis residenciais que segue a evolução do mercado em seis capitais e no Distrito Federal. Esse índice foi lançado ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal Zap Imóveis.
O índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados se baseia no banco de anúncios do Zap, com cerca de 200 mil registros mensais.
Os imóveis de um e dois dormitórios em São Paulo foram os que mais se valorizaram em três anos: 88%. Os de quatro dormitórios foram os que menos subiram (56%).
Nos últimos 12 meses, os apartamentos na capital tiveram alta de 24%.
André Molinari, diretor-geral do Zap, aponta alguns fatores para a valorização: as políticas públicas de habitação e financiamento, leis de proteção ao mercado (como a nova Lei do Inquilinato), a queda na taxa de juros e a alta da renda dos brasileiros.
O novo indicador mostra que, em janeiro, os imóveis residenciais na cidade ficaram, em média, 1,7% mais caros que em dezembro. O desempenho é menor que no mês anterior, quando a valorização foi de 2,1%. Apesar da desaceleração, ainda não é possível falar em tendência de queda, segundo o coordenador do levantamento, Eduardo Zylberstajn.
Na média, o metro quadrado mais caro do país é o do DF (R$ 7.004), seguido por Rio (R$ 5.655) e São Paulo (R$ 4.858).
Na capital paulista, o metro quadrado mais caro é o da região das mansões do Morumbi: R$ 7.592.
Lançamentos na cidade crescem 18%
Em 2010, o número de lançamentos de imóveis novos na Região Metropolitana de São Paulo deu um salto de 18% ante 2009. Apesar desse aumento, as vendas ficaram estáveis.
Segundo balanço do Secovi-SP (Sindicato de Habitação), a cidade ganhou 37.304 novas unidades no ano passado. No período, foram vendidos 35.869 imóveis, número praticamente igual ao volume escoado em 2009, de 35.832 imóveis. Vale lembrar que, em 2009, o país sofria com os efeitos da crise financeira global.
Fipe e portal Zap lançam índice inédito que mede valorização real com base em anúncio
O preço dos imóveis anunciados na cidade de São Paulo subiu 79% nos últimos três anos. No Rio, a variação no mesmo período foi ainda maior: de 95%.
Os números fazem parte de um índice inédito de preços de imóveis residenciais que segue a evolução do mercado em seis capitais e no Distrito Federal. Esse índice foi lançado ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal Zap Imóveis.
O índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados se baseia no banco de anúncios do Zap, com cerca de 200 mil registros mensais.
Os imóveis de um e dois dormitórios em São Paulo foram os que mais se valorizaram em três anos: 88%. Os de quatro dormitórios foram os que menos subiram (56%).
Nos últimos 12 meses, os apartamentos na capital tiveram alta de 24%.
André Molinari, diretor-geral do Zap, aponta alguns fatores para a valorização: as políticas públicas de habitação e financiamento, leis de proteção ao mercado (como a nova Lei do Inquilinato), a queda na taxa de juros e a alta da renda dos brasileiros.
O novo indicador mostra que, em janeiro, os imóveis residenciais na cidade ficaram, em média, 1,7% mais caros que em dezembro. O desempenho é menor que no mês anterior, quando a valorização foi de 2,1%. Apesar da desaceleração, ainda não é possível falar em tendência de queda, segundo o coordenador do levantamento, Eduardo Zylberstajn.
Na média, o metro quadrado mais caro do país é o do DF (R$ 7.004), seguido por Rio (R$ 5.655) e São Paulo (R$ 4.858).
Na capital paulista, o metro quadrado mais caro é o da região das mansões do Morumbi: R$ 7.592.
Lançamentos na cidade crescem 18%
Em 2010, o número de lançamentos de imóveis novos na Região Metropolitana de São Paulo deu um salto de 18% ante 2009. Apesar desse aumento, as vendas ficaram estáveis.
Segundo balanço do Secovi-SP (Sindicato de Habitação), a cidade ganhou 37.304 novas unidades no ano passado. No período, foram vendidos 35.869 imóveis, número praticamente igual ao volume escoado em 2009, de 35.832 imóveis. Vale lembrar que, em 2009, o país sofria com os efeitos da crise financeira global.
Segundo o Secovi, 2010 consolidou a tendência de migração dos investimentos imobiliários da capital para cidades da região metropolitana
O preço dos imóveis anunciados na cidade de São Paulo subiu 79% nos últimos três anos. No Rio, a variação no mesmo período foi ainda maior: de 95%.
Os números fazem parte de um índice inédito de preços de imóveis residenciais que segue a evolução do mercado em seis capitais e no Distrito Federal. Esse índice foi lançado ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal Zap Imóveis.
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Os imóveis de um e dois dormitórios em São Paulo foram os que mais se valorizaram em três anos: 88%. Os de quatro dormitórios foram os que menos subiram (56%).
Nos últimos 12 meses, os apartamentos na capital tiveram alta de 24%.
André Molinari, diretor-geral do Zap, aponta alguns fatores para a valorização: as políticas públicas de habitação e financiamento, leis de proteção ao mercado (como a nova Lei do Inquilinato), a queda na taxa de juros e a alta da renda dos brasileiros.
O novo indicador mostra que, em janeiro, os imóveis residenciais na cidade ficaram, em média, 1,7% mais caros que em dezembro. O desempenho é menor que no mês anterior, quando a valorização foi de 2,1%. Apesar da desaceleração, ainda não é possível falar em tendência de queda, segundo o coordenador do levantamento, Eduardo Zylberstajn.
Na média, o metro quadrado mais caro do país é o do DF (R$ 7.004), seguido por Rio (R$ 5.655) e São Paulo (R$ 4.858).
Na capital paulista, o metro quadrado mais caro é o da região das mansões do Morumbi: R$ 7.592.
Lançamentos na cidade crescem 18%
Em 2010, o número de lançamentos de imóveis novos na Região Metropolitana de São Paulo deu um salto de 18% ante 2009. Apesar desse aumento, as vendas ficaram estáveis.
Segundo balanço do Secovi-SP (Sindicato de Habitação), a cidade ganhou 37.304 novas unidades no ano passado. No período, foram vendidos 35.869 imóveis, número praticamente igual ao volume escoado em 2009, de 35.832 imóveis. Vale lembrar que, em 2009, o país sofria com os efeitos da crise financeira global.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Parceria Master Imóveis X Pomzan Praia Grande Móveis Planejados.
A Master Imóveis , Firmou Na Ultima Sexta Feira Dia 12 de Agosto , Parceria Com A Loja De Móveis Planejados Pomzan Praia Grande , A Parceria Visa Beneficiar Os Clientes Da Imobiliária Master , Que Compram Imóveis e Precisam Mobiliar Seu Novo Lar , a Pomzan Praia Grande , Irá Beneficiar Os Clientes da Master , Com Descontos Exclusivos , Além e Claro Do Excelente Atendimento de Pré e Pós Venda , a Garantia de Entrega No Prazo Certo e Projetos e Decoração Exclusiva aos Clientes Da Master Imóveis.
Pomzan Praia Grande.
Av. Presidente Kennedy , 5316 , Vila Tupi , Praia Grande - SP.
Tel. (13) 3495 6928 - Junior.
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