terça-feira, 30 de agosto de 2011

Minha Casa Minha Vida - Casas Térreas 2 Dorm. 1 Suite, Praia Grande / SP





Essa e Para Você Que Tem Renda Familiar De R$ 2.200,00, Trabalha Com Registro Em Carteira Profissional , Tem FGTS a Mais de 3 Anos e Mora Na Região Metropolitana Da Baixada Santista.

Casa De 2 Dormitórios , 1 Suite , Sala , Cozinha , Área De Serviço e Garagem P/ 2 Carros , Meio Lote 5 X 10M , Acabamento Bom , ( Término De Construção ), No Jardim Real
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Valor Da Casa R$ 130.000,00
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sábado, 27 de agosto de 2011

Morar bem é uma tendência no Brasil


Fonte DCI

Os últimos anos foram marcados pelo aquecimento do mercado imobiliário no Brasil e pelas diversificações para a aquisição dos imóveis pela população. Alguns optaram pela compra de apartamentos e casas financiadas por programas do governo federal e há aqueles que escolheram imóveis mais amplos e investiram economias para alcançar mais conforto. Segundo dados do Secovi (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo), foram comercializadas em São Paulo, no mês de dezembro de 2010, 4.960 unidades. De qualquer forma, o que se tornou primordial para os brasileiros foi a aquisição de um espaço para a moradia. Se nas grandes cidades, como por exemplo, São Paulo, ocorreu o aumento no número de imóveis vendidos; outras cidades do interior passaram por uma modificação na paisagem. O mesmo estudo do Secovi aponta que só em São José do Rio Preto, o crescimento foi superior a 4.000% nos lançamentos residenciais. Em março de 2008 foram 80 e em maio de 2010 chegamos a 3.298. - 

Além destes lançamentos, algumas cidades do interior como Pindamonhangaba, Taubaté, Itu, Sorocaba, Indaiatuba e Piracicaba, dentre outras, contam também com a presença de empreendimentos de médio e alto padrão, os loteamentos de luxo. Muitos estão instalados próximos ou em grandes áreas verdes, respeitando aspectos legais, e são equipados com quadras poliesportivas e de tênis, piscinas, portarias com segurança e monitoramento 24 horas, rede wireless, heliponto e lagos para pesca. Há alguns munidos com fiação subterrânea, que, apesar do alto custo, com o passar dos anos será mais utilizada como um diferencial mercadológico e vantagem aos consumidores destes empreendimentos. O que leva o surgimento destes imóveis? Consideramos em um primeiro momento a incontestável qualidade de vida trazida às pessoas, pois conseguirão morar próximo a áreas verdes e se divertir em um mesmo ambiente. Além disso, dependendo da cidade escolhida, terão a facilidade de morar a poucos quilômetros de São Paulo, o que permite a vinda à cidade para estudar, trabalhar, divertir-se ou fazer compras. Tal fato ocorreu porque as grandes cidades já estão saturadas e não possuem espaços adequados para a construção desses empreendimentos. A realidade é que, há alguns anos, o sonho de muitos era estar nas grandes capitais para estabelecer-se financeiramente. Hoje as pessoas ainda pensam da mesma forma, desejam o mesmo, somado à qualidade de vida, pois tal aspecto interfere diretamente na saúde física e mental e compromete até os anos de trabalho que esta pessoa terá pela frente. Por outro lado, o grande avanço das telecomunicações, notadamente a Internet, possibilita hoje que inúmeras tarefas e trabalhos sejam realizados em qualquer lugar e não apenas em locais próximos fisicamente. Imagine a seguinte situação de um executivo: enfrentar grandes congestionamentos no deslocamento para o trabalho e, ainda assim, morando sem espaço adequado e sem tempo para exercícios físicos e em locais que podem representar insegurança para ele e a família. Em poucos anos o estresse irá tomar conta dele e da família, pois em muitos casos as crianças também não têm espaços adequados e seguros para as brincadeiras, prática de esportes ou convívio com outras. Além disso, morar nestes empreendimentos passa às pessoas a necessidade de manutenção mais efetiva do espaço público, pois em qualquer ação, que pode ser considerada errada, várias outras pessoas são afetadas. É a relação causa e efeito. 

House Hunter ou Caçador De Imóveis


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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Comissão do Corretor de Imóveis independe de fechar o negócio.

O Corretor de Imóveis tem Direito a Comissão, Mesmo que o Negócio Não se Conclua


O tema é polêmico mas calma eu explico, o nosso conselho o creci tem uma opinião sobre o assunto, e essa opinião se resume no seguinte, quanto o comprador procura uma imobiliária ou corretor de imóveis credenciado, afim de comprar um imóvel ele procurou pois não tem acesso a informação previlegiada ou seja ele não tinha conhecimento do imóvel que esta disponível a venda, e neste ato se utilizou da assessoria especializada do corretor de imóveis  para localizar o imóvel o proprietário e fazer a oferta, com o perdão da expressão comprador que procura o proprietário direto é mau caráter,  e deve ser processado pois está prejudicando o ganha pão da categoria, igualmente deve se proceder com o proprietário que ceder ao golpista, e  aqui vai um puxão de orelha na categoria, devemos ser unidos e denunciar este tipo de atitude aos fóruns, pois a tempo estamos sendo lesados e só ouço os colegas a dizer fui enganado, tome um chapéu e coisa e tal, não adianta chorar o leite derramado o certo é procurar os nossos direitos, deixo claro que me refiro só aos maus compradores e maus proprietários, deixo de fora dessa situação a maioria de compradores e vendedores que sempre me prestigiou, com muitos negócios e respeito.

Compradores que Enganam os Corretores de Imóveis

o que tem acontecido na prática é o seguinte alguns compradores sem escrúpulos, após se utilizarem de toda a informação previlegiada e assessoria técnica documental dos corretores, dizem que não se interessam por aquele imóvel, e alguns dias depois voltam para fechar negócio diretamente com o proprietário, descartando todo o serviço já prestado, nesse caso o corretor de imóveis tem direito  a comissão, pois o comprador se utilizou do serviço do mesmo para ter acesso a dita informação previlegiada, sou fã do chavão quem não quer negócio com imobiliária que não a procure, acompanhe abaixo o parecer da diretoria do creci – conselho regional dos corretores de imóveis :

“Honorários do corretor independem da conclusão do negócio”

Esse é o entendimento da Diretoria do CRECI SP, que vai ao encontro de várias decisões judiciais dando ganho de causa aos corretores de imóveis.

Para o presidente da entidade, José Augusto Viana Neto, a partir do momento em que o profissional aproxima as partes, efetivamente, já está exercendo seu papel na transação, sendo-lhe devida, portanto, a comissão referente.

“Os corretores, assim como quaisquer outros trabalhadores, desempenham suas funções com responsabilidade, tendo, portanto, direito à remuneração. Não podemos aceitar que, após a sua decisiva assessoria, esses profissionais sejam aviltados em sua rotina de trabalho, por vendedores ou compradores que lançam mão das informações que lhes foram passadas para fechar o negócio direto.”

Viana comentou que já houve julgamento favorável à categoria por parte da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça. Na mencionada ação, o corretor alegava ter direito a 10% do valor da compra do imóvel a título de comissão por intermediação de sua venda. Em primeira instância, os juízes reduziram a comissão a 1% do total do negócio e, após apelação, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul aumentou o percentual para 6%, considerando que, mesmo tendo havido demora no fechamento da transação, esta não fora de responsabilidade do intermediador, que participara efetivamente da negociação.

“Quando nos deparamos com entendimentos como esse por parte da Justiça, ficamos bastante satisfeitos, pois eles são o devido reconhecimento à categoria por sua importante atuação no mercado imobiliário”, ressaltou o presidente.



Fonte : Marketing e Publicidade Imobiliária

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Preço de imóvel usado têm 2ª queda consecutiva.

Casa de dois dormitórios em Franca, no interior de SP, tem o metro quadrado mais barato do Estado.

Os preços dos imóveis residenciais usados tiveram a segunda queda consecutiva no Estado de São Paulo. A redução de 4,84% em junho superou a de 3,8% registrada em maio pelo índice estadual de preços de imóveis usados residenciais (IEPI-UR), calculado pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). Mesmo com os preços em baixa, as vendas foram 9,35% menores na comparação com o mês anterior.
"O mercado imobiliário, historicamente, alterna ciclos de altas de baixas de vendas e de preços, o chamado 'efeito gangorra', e nem sempre essas duas pontas, vendas e preços, caminham de forma sincronizada", avalia José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho. No curto prazo, as oscilações mensais do mercado nem sempre permitem ter clareza sobre as tendências futuras, mas, segundo ele, “no médio e longo prazos, não se tem nenhuma dúvida, ao contrário, se tem certeza que imóvel é bom negócio, com valorização garantida, em um País que arrasta um déficit de mais de seis milhões de moradias".
Nas quatro regiões do Estado que compõe a pesquisa, a maior queda nas vendas ocorreu na Capital (-31%). Nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco, a redução no volume de negócios foi de 5,17% e no interior do Estado, de 4,98%. As cidades do Litoral foram a exceção à regra, com aumento de 4,5% nas vendas.
Franca, no interior do Estado, tem o m2 mais barato
O imóvel de menor preço encontrado pela pesquisa em junho no Estado de São Paulo foi uma casa de 2 dormitórios localizada em bairro da periferia de Franca, vendida a R$ 622,22 o metro quadrado. O maior valor de metro quadrado - R$ 5.672,79 - foi de um apartamento de 3 dormitórios, mas em bairro nobre de Santos, no Litoral Central de SP.
Financiamento viabiliza maioria das vendas
Em junho, venderam-se mais casas (55,42% do total) do que apartamentos (44,58%), a maioria por meio de financiamento bancário. Essa foi a forma adotada em 55,48% dos contratos fechados na Capital; em 52,65% no interior; em 54,77% no litoral; e em 65,63% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.
Os imóveis mais vendidos na Capital foram os de valor superior a R$200 mil, com 66,67% dos contratos formalizados nas imobiliárias. A faixa de valor de até R$180 mil concentrou 55,96% das vendas no interior e 52,99% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. No litoral, casas e apartamentos de até R$160 mil responderam por 55,25% das vendas.
 
 
Fonte Imovelweb

Imagem é fundamental na comercialização de imóveis

Aprenda a utilizar a câmera fotográfica a seu favor com o curso “Fotografia para Profissionais Imobiliários”.

A internet vem se popularizando cada vez mais como aliada dos consumidores que buscam imóveis. Dados do Ibope mostram que, na Capital, 49% da população usa a internet para achar a moradia, contra 44% que procuram oportunidades em anúncios classificados de jornais.
Corretores e demais profissionais do mercado imobiliário devem aproveitar esse novo comportamento a favor dos negócios. Afinal, além de informações técnicas, os consumidores fazem questão de visualizar o produto que estão comprando.
“As fotos devem ser reais e muito bonitas. O objetivo é seduzir os consumidores, mas nunca enganá-los. Para conseguir esse resultado é preciso ter técnica e treinar o olhar”, explica Guilherme Ribeiro, diretor do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e instrutor do curso Fotografia para Profissionais Imobiliários, promovido pela Universidade Secovi
 
Serviço
Evento: Fotografia para Profissionais Imobiliários
Data: De 29 de agosto até 26 de setembro
Horário: Às segundas-feiras, das 19h às 22h
Local:Universidade Secovi: Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2.344 - São Paulo/SP
Contato:(11) 5591-1303 a 1308 ; universidade@secovi.com.br