sábado, 17 de novembro de 2012

Em Santos, o preço m² gera a mudança da classe média



  • Hoje, o preço do metro quadrado varia de R$ 4,5 a R$ 10 mil.
  • Em 2010 custava R$ 2,5 mil a R$ 4,5 mil.
  • Dados são do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) da Região.
É impossível não encontrar um ângulo de Santos que não tenha empreendimentos imobiliários em construção. Somente para o próximo ano estão previstos 114 novos prédios acima de cinco andares, segundo o delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Região (Creci), Carlos Ferreira. Mas, em contrapartida, a valorização do metro quadrado, ainda que estabilizado,  tem provocado a mudança da classe média para municípios vizinhos, onde os preços praticados pelo mercado  são menores. 

Segundo o economista e coordenador do Núcleo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (Nese), da Universidade Santa Cecília (Unisanta), Jorge Manuel de Souza Ferreira, em consequência do seu  desenvolvimento, Santos se elitizou, com isso os preços dos imóveis encareceram e os aluguéis ficaram mais elevados, o que vem provocando a migração de moradores de menor poder aquisitivo para outras regiões da Baixada Santista.

“Em qualquer lugar do mundo  quando uma cidade se desenvolve  há sempre uma  debandada de moradores que acabam indo para regiões próximas com custo de vida mais baixo. Mas essas cidades também avançam por conta dos novos moradores, que chegam para fazer girar a economia.

Porém, se as cidades crescem novos problemas  podem surgir ou se intensificar", afirmou o especialista em gestão urbana e professor da Unisantos, Augusto Muniz Campos.

Muniz lembra que Santos está vivendo situação semelhante ocorrida nos anos 1970 e 80. “Passa por franco desenvolvimento, atraindo mais população sazonal, o que poderá gerar sérios problemas funcionais, principalmente  no já caótico trânsito da cidade, sobretudo na região da orla”. 

 FONTE: JORNAL METRO SANTOS


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Alteração no limite de renda do Minha Casa, Minha Vida é publicada no Diário Oficial


O novo limite passa de R$ 3.100,00  para  R$ 3.275,00


SÃO PAULO – Decreto publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15) muda o limite de renda para o programa Minha Casa, Minha Vida. O novo limite passa a ser de R$ 3.275, confirmando assim a alteração feita no início do mês pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Antes a renda permitida era de R$ 3.100.
A taxa de juros cobrada no financiamento do programa foi reduzida no dia 4 deste mês, caindo de 8,16% para 7,16% para famílias com renda entre R$ 3.275,01 e R$ 5 mil. Para as famílias com renda entre R$2.325,01 e R$ 2.455, os juros passaram de 6% para 5% e para as que possuem renda entre R$ 3.100,01 e R$ 3.275, os juros caíram de 7% para 6%.
Já o teto máximo para o financiamento saltou de R$ 170 mil para R$ 190 mil, representando uma atualização de 13% calculado com base no reajuste do INCC (Índice Nacional de Custo de Construção) do mês de agosto, nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal.

domingo, 8 de julho de 2012

Imóveis para locação na Baixada Santista não são suficientes


O número de imóveis disponíveis para locação na região não supre a procura dos turistas nos períodos de temporada, apontam dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) da Baixada Santista. Além de julho, os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são o que registram maior procura pelas locações de curto período. 

Ainda de acordo com o órgão, Santos, Praia Grande, Guarujá e São Vicente são as cidades mais requisitadas pelos turistas em julho. Segundo o subdelegado do Creci, Emídio Fernandes, comparado a 2011, a procura por imóveis de temporada neste mês ainda não registrou crescimento. "A procura deve se intensificar a partir do dia 15."

Segundo Bruno Ferreira, diretor-comercial da C. Ferreira Imóveis, o mês de julho é uma das épocas do ano em que há 
maior procura por imóveis de temporada, mas que independentemente da época do ano, Santos registra procura e crescimento todos os meses. “O mercado imobiliário para locação tem boa procura sempre. Falta oferta de imóveis principalmente para o fim do ano, Carnaval e férias de julho."


Mais procurados

Entre os tipos de imóvel mais alugados estão os apartamentos pequenos, salas living ou que possuem apenas quarto e sala, localizados em Santos e próximos à praia. "Apartamentos maiores possuem valor superior, o que faz com que o turista de temporada acabe preferindo se hospedar em flats”, diz Fernandes.

Pesquisa Ibope  aponta que entre as cidades com maior índice de verticalização, Santos lidera a lista com 63%, seguida por capitais como Balneário Camboriú, com 57%, e Porto Alegre, com 47%. "Por esse perfil da cidade, a maioria dos imóveis procurados e oferecidos para aluguel em Santos são apartamentos, diferentemente de Praia Grande, onde há mais casas”, aponta Ferreira.

Proximidade com a orla e centro comerciais nas redondezas faz com que alguns bairros estejam mais valorizados que outros.
Os bairros mais tradicionais de Santos, como Gonzaga e Boqueirão são os mais procurados por estarem mais próximos aos centros comerciais. “O bairro Pompéia tem registrado crescimento na procura por estar colado ao Gonzaga, e, ao mesmo tempo, ser um pouco mais tranquilo e estar, no máximo, a três quadras de distância da praia. O bairro Aparecida também apresentou valorização, em função do Shopping Praiamar”, diz Ferreira.

Santos está entre as cidades do litoral sul de São Paulo que registraram aumento nos valores de locação, diferente dos outros municípios da região que sofreram desvalorização. Balanço do Creci-SP referente ao feriado de Corpus Christi, comparado a igual período do ano passado, aponta aumento de 24% nos valores de locação de casas em Santos. Os apartamentos de dois quartos apresentaram valores 45% mais caros.

Segundo Ferreira, a pouca oferta e grande procura acarretam em preços mais altos. “O que tem acaba valorizando. Por isso o preço sobe.”

Com relação ao perfil dos turistas, residentes do Estado de São Paulo são os que mais visitam as cidades da região. “Santos, Praia Grande e Guarujá recebem mais turistas do interior. Já Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe recebem mais o público de cidades do ABCD.


Fechando o negócio

Um documento para oficializar o aluguel do imóvel é indispensável, mesmo que a locação dure uma semana. Contrato de temporada não exige período mínimo para estadia, mas nem por isso a preocupação e zelo do proprietário e de quem está alugando deve ser menor.

No documento devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor, a forma de pagamento, eventuais multas para os casos de atraso ou depredação e até o número de pessoas que vão ficar no imóvel.

O contrato também deve trazer o número de copos, talheres, pratos, panelas e outros utensílios que estejam à disposição do inquilino na casa ou apartamento. Na data da entrada do inquilino no imóvel, deve-se verificar se tudo está de acordo com o especificado no contrato, repetindo-se o procedimento na saída.

"O contrato é uma garantia tanto para o inquilino, quanto para o proprietário do local. Cláusulas bem elaboradas oferecem segurança para ambas as partes", diz Ferreira.

Cautela na hora de pagar o valor acordado também é necessário. As formas de pagamento do aluguel podem ser livremente combinadas entre proprietário e inquilino, mas, para evitar dor de cabeça, é recomendável não pagar tudo de uma só vez. "O ideal é que metade do valor seja entregue no ato da contratação e a outra metade no final", aconselha o profissional.

Procurar uma imobiliária facilita o processo de locação, tanto o proprietário quanto o inquilino, uma vez que todas as burocracias e procedimentos necessários são realizados pelo corretor. Desta forma, as chances de ocorrer algum inconveniente são minimizadas. A lista de profissionais credenciados pelo Creci I pode ser acessada no site do órgão.

O administrador de empresas Márcio Araújo resolveu fazer tudo por conta própria e não teve um final feliz nas férias de dezembro do ano passado. Os dias de tranquilidade se transformaram em dor de cabeça quando ele percebeu que a casa que havia alugado, no Litoral Norte, era praticamente outra.

"O número de quartos e localização do imóvel estavam certos, mas parecia que tinha passado um furacão na casa. As fotos que o proprietário me enviou deveriam ser de anos atrás. Os móveis estavam caindo aos pedaços e havia muita umidade e infiltrações. Como minha filha tem asma tive que voltar para casa", conta Araújo.

Ele, que fez toda transação pela internet, conseguiu reaver apenas parte do dinheiro e diz ter aprendido a lição. "Dei  60% do valor de entrada e consegui de volta apenas metade do dinheiro. Mas aprendi. Em março saí de férias e não tive problemas. Contratei um corretor, que salvou meu descanso."

O diretor presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC), José Geraldo Tardin, alerta aos locatários de imóveis sobre os cuidados básicos na hora de alugar um imóvel de temporada. Abaixo, confira os principais cuidados a tomar.


Cuidados ao alugar imóvel para temporada

- Conhecer o imóvel antes de alugar;
- Avaliar a facilidade de acesso e infraestrutura;
- Quem quer descanso deve levar em conta a proximidade de bares, restaurantes e avenidas ruidosas;
- Se o imóvel for localizado em um condomínio ou tiver caseiro, deve-se combinar com o proprietário quem paga essa despesa;
- Faça uma vistoria no imóvel antes de entrar. Se houver aparelhos eletrônicos, ligue para ver se funcionam;
- Verifique os estado dos utensílios. Sofás (manchados, rasgados, riscados) e objetos de decoração;
- Anote a quantidade de utensílios nos armários e gavetas de cozinha;
- Confira o estado de conservação dos colchões e móveis;
- Exija um contrato e que nele conste: localiza& ccedil;ão do imóvel, nome do proprietário, dia de entrada e saída, valor da locação, local de retirada, entrega das chaves e forma de pagamento;
- O pagamento deve ser feito preferencialmente com cheque nominal ao proprietário, exigindo-se recibo;
- Se receber o imóvel em condições diferentes do combinado, rescinda imediatamente o contrato e tome as medidas judiciais cabíveis ou reveja o acordo com o locatário para adequar o valor com a real situação do imóvel;
- Junte toda publicidade referente ao imóvel.Fechando o negócio


Um documento para oficializar o aluguel do imóvel é indispensável, mesmo que a locação dure uma semana. Contrato de temporada não exige período mínimo para estadia, mas nem por isso a preocupação e zelo do proprietário e de quem está alugando deve ser menor.

No documento devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor, a forma de pagamento, eventuais multas para os casos de atraso ou depredação e até o número de pessoas que vão ficar no imóvel.

O contrato também deve trazer o número de copos, talheres, pratos, panelas e outros utensílios que estejam à disposição do inquilino na casa ou apartamento. Na data da entrada do inquilino no imóvel, deve-se verificar se tudo está de acordo com o especificado no contrato, repetindo-se o procedimento na saída.

"O contrato é uma garantia tanto para o inquilino, quanto para o proprietário do local. Cláusulas bem elaboradas oferecem segurança para ambas as partes", diz Ferreira.

Cautela na hora de pagar o valor acordado também é necessário. As formas de pagamento do aluguel podem ser livremente combinadas entre proprietário e inquilino, mas, para evitar dor de cabeça, é recomendável não pagar tudo de uma só vez. "O ideal é que metade do valor seja entregue no ato da contratação e a outra metade no final", aconselha o profissional.

Procurar uma imobiliária facilita o processo de locação, tanto o proprietário quanto o inquilino, uma vez que todas as burocracias e procedimentos necessários são realizados pelo corretor. Desta forma, as chances de ocorrer algum inconveniente são minimizadas. A lista de profissionais credenciados pelo Creci I pode ser acessada no site do órgão.

O administrador de empresas Márcio Araújo resolveu fazer tudo por conta própria e não teve um final feliz nas férias de dezembro do ano passado. Os dias de tranquilidade se transformaram em dor de cabeça quando ele percebeu que a casa que havia alugado, no Litoral Norte, era praticamente outra.

"O número de quartos e localização do imóvel estavam certos, mas parecia que tinha passado um furacão na casa. As fotos que o proprietário me enviou deveriam ser de anos atrás. Os móveis estavam caindo aos pedaços e havia muita umidade e infiltrações. Como minha filha tem asma tive que voltar para casa", conta Araújo.

Ele, que fez toda transação pela internet, conseguiu reaver apenas parte do dinheiro e diz ter aprendido a lição. "Dei  60% do valor de entrada e consegui de volta apenas metade do dinheiro. Mas aprendi. Em março saí de férias e não tive problemas. Contratei um corretor, que salvou meu descanso."

O diretor presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC), José Geraldo Tardin, alerta aos locatários de imóveis sobre os cuidados básicos na hora de alugar um imóvel de temporada. Abaixo, confira os principais cuidados a tomar.


Cuidados ao alugar imóvel para temporada

- Conhecer o imóvel antes de alugar;
- Avaliar a facilidade de acesso e infraestrutura;
- Quem quer descanso deve levar em conta a proximidade de bares, restaurantes e avenidas ruidosas;
- Se o imóvel for localizado em um condomínio ou tiver caseiro, deve-se combinar com o proprietário quem paga essa despesa;
- Faça uma vistoria no imóvel antes de entrar. Se houver aparelhos eletrônicos, ligue para ver se funcionam;
- Verifique os estado dos utensílios. Sofás (manchados, rasgados, riscados) e objetos de decoração;
- Anote a quantidade de utensílios nos armários e gavetas de cozinha;
- Confira o estado de conservação dos colchões e móveis;
- Exija um contrato e que nele conste: localiza& ccedil;ão do imóvel, nome do proprietário, dia de entrada e saída, valor da locação, local de retirada, entrega das chaves e forma de pagamento;
- O pagamento deve ser feito preferencialmente com cheque nominal ao proprietário, exigindo-se recibo;
- Se receber o imóvel em condições diferentes do combinado, rescinda imediatamente o contrato e tome as medidas judiciais cabíveis ou reveja o acordo com o locatário para adequar o valor com a real situação do imóvel;
- Junte toda publicidade referente ao imóvel.

Fonte : a tribuna de santos



terça-feira, 12 de junho de 2012

domingo, 4 de março de 2012

Ética " Cliente quer fazer negócio com corretor de imóveis honesto"

Caráter e honestidade devem reger a trajetória de profissional no mercado imobiliário


Qual o corretor de imóveis, que infelizmente não conviveu com a falta de ética de um colega? A maioria com certeza deve ter uma história para contar a respeito. “Durante minha vida profissional, convivi muitas vezes com este tipo de situação. Amigos, amigos até que o dinheiro entra no meio e as cabeças estão em jogo. Aí tudo muda e aquele seu colega perde a ética e rouba seu cliente, sua venda e a oportunidade que você construiu. O mercado está cheio de profissionais assim, infelizmente”, relata o consultor organizacional e especialista em desenvolvimento pessoal, André Vinícius da Silva, que revela: 
“Uma das coisas que aprendi é que quando você tem princípios, seu caráter, atitude e comportamento não são afetados em relação ao que o outro faz. Isto quer dizer que se alguém for desonesto com você, não responderá na mesma moeda”, afirma.

A ânsia em conquistar o mundo sem se preocupar se vai passar por cima dos outros ou não, pode ampliar o mercado em um primeiro momento, mas aos poucos vai se estreitando até que encontre mais oportunidades, na visão do especialista. “ Isto acontece porque as coisas correm rapidamente e um cliente comenta com o outro até que todas as portas tenham se fechado”.

Honestidade acima de tudo 

Ao contrário, quando a honestidade é vista como prioridade, as coisas tendem a acontecer lentamente. “As portas começam a abrir e o mercado vai crescendo, porque da mesma maneira que as notícias ruins correm, as boas também chegam aos clientes e estes vão querer fazer negócio com quem é honesto”, garante André Vinícius.   

Fazer o certo sempre foi um bom negócio. “Persista em seu objetivo que logo as portas abrirão”, finaliza André Vinícius.

Fonte:Redação Redimob

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Cartório de imóveis pode ser obrigado a informar usuários sobre gratuidade


Os cartórios de registro de imóveis  poderão ser obrigados a informar os usuários sobre a gratuidade e redução de custas e emolumentos previstas na legislação, com a aprovação do projeto de lei 2920/11, do deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que tramita na Câmara.
Segundo a Agência Câmara, o projeto determina que este cartório fixem cartazes com as informações, em local de grande visibilidade, que permita fácil leitura e acesso ao público. Os cartazes ou quadros deverão exibir também tabelas atualizadas das custas e emolumentos.
De acordo com Fagundes, essa exigência já é aplicada a cartórios de registros de nascimentos, casamentos e óbitos. Segundo ele, o projeto estende a obrigatoriedade aos cartórios de registros de imóveis, para os quais a lei também estabelece casos de gratuidade e de reduções de taxas e serviços.
TramitaçãoO projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

SP: financiamento imobiliário supera compras de imóveis à vista em quase todo o estado


SÃO PAULO – O financiamento imobiliário superou as compras à vista de imóveis usados em quase todas as regiões do estado de São Paulo analisadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em novembro do ano passado.
De acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira (15), na região que compreende o ABCD, Guarulhos e Osasco, a maioria (75%) das vendas de imóveis usados registradas no mês de novembro do ano passado foi feita por meio de financiamentos, enquanto os pagamentos à vista chegaram a 24,49%.
No interior, os imóveis financiados também representaram mais da metade (56,56%) do total vendido, enquanto os pagamentos à vista corresponderam a 39,32%.
Já na capital paulista, 53,19% dos imóveis vendidos em novembro de 2011 utilizaram o financiamento como forma de pagamento, enquanto 42,73% das vendas foram à vista.
Apenas no litoral do estado essa situação se inverte, pois foram as compras à vista que predominaram. Essa modalidade representou 50% dos imóveis comprados. Outros 45,36%% foram comprados por meio de financiamento.
Financiamento pela CaixaA pesquisa do Creci-SP ainda aponta que os financiamentos feitos pela CEF (Caixa Econômica Federal) prevalecem. Neste caso, em novembro, a região do ABCD, Guarulhos e Osasco se destacou novamente, pois, no conjunto destas cidades, as transações feitas pelo banco representaram 57,86% das vendas.
No interior, 48,06% das vendas foram financiadas pelo banco e, na capital paulista, 34,55% financiaram o imóvel usado por meio da Caixa.
Já no litoral, os financiamentos feitos pela Caixa chegaram a 38,57% do total das comercializações.
Outras formas de pagamentoAinda segundo o Creci-SP, os paulistas também negociaram a compra do imóvel usado diretamente com o proprietário. Na capital, 3,18% das vendas foram feitas dessa forma.
No interior, 3,88% das vendas foram feitas diretamente com o proprietário. No litoral a participação atingiu 4,29%. Já na região do ABCD, Guarulhos e Osasco, não houve negócios diretamente com o proprietário.
Quanto às vendas por meio de consórcios, as participações foram de 0,91% na Capital, de 0,24%, no interior,  de 0,51%, nas cidades do ABCD paulista, Guarulhos e Osasco, e de 0,36% no litoral.

Fonte: Viviam Klanfer Nunes